Sofre horrores, mas continua do bem, sempre inventando histórias com final feliz.
Sou composta por urgências. Minhas alegrias são intensas. Minhas tristezas, absolutas. Me entupo de ausências, me esvazio de excessos. Eu não caibo no estreito, eu só vivo nos extremos.
Eu caminho, desequilibrada, em cima de uma linha tênue entre a lucidez e a loucura. De ter amigos eu gosto porque preciso de ajuda pra sentir, embora quem se relacione comigo saiba que é por conta-própria e auto-risco. O que tenho de mais obscuro, é o que me ilumina. E a minha lucidez é que é perigosa… Se eu pudesse me resumir, diria que sou irremediável!
Um dos piores tipos de saudade é conviver com uma pessoa e sentir falta de como ela já foi um dia.
E no final do dia, puta merda. O foda é o final do dia.
O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos e seus atos. A maneira como você encara a vida é que faz toda diferença. A vida muda, quando “você muda”.
Não me entendo e ajo como se entendesse.
Por mais disciplinada e responsável que eu seja, aprendi duas coisinhas que operam milagres. Primeiro: a dizer não. Segundo: a não sentir um pingo de culpa por dizer não.